Dermatite atópica | prevenção

Evitar roupas que contenham produtos irritantes (como tinturas ou amaciantes) e que facilitem a sudorese; Dar preferência a sabonetes neutros e líquidos, usando com moderação; Evitar buchas e outros produtos que agridam a pele; Evitar banhos prolongados e com água muito quente; Usar hidratante diariamente, três vezes ao dia, para manter a pele sempre hidratada; Manter as unhas curtas e limpas; Evitar coçar a pele, principalmente com objetos que possam causar lesões (pente, régua, etc); Realizar medidas de controle do ambiente domiciliar, principalmente do quarto do paciente (uso de capa impermeáveis a poeira no travesseiro e colchão, passar pano úmido,

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Dermatite atópica

A dermatite atópica é uma doença inflamatória da pele, de caráter crônico, complexa e recidivante que acomete principalmente crianças. No Brasil, a prevalência varia de 8,9 a 11,5%. Apresenta como fatores desencadeantes: poeira, mofo, barata, alimentos e agentes infecciosos. Os sintomas podem variar desde as formas mais leves e localizadas até formas mais graves e disseminadas. As características variam com a idade. O eczema é a lesão clássica (coceira, vesículas, escamas, crostas). A dermatite atópica pode estar associada à rinite, asma e alergia alimentar. O diagnóstico é clínico e exames complementares podem auxiliar na determinação de fatores desencadeantes. O controle

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Alergia à picada de insetos

É a dermatose alérgica infantil mais frequente no Brasil. Tem maior incidência do terceiro mês até 7-9 anos. Acomete qualquer idade, sendo rara em adultos. As lesões são papulosas ou bolhosas associadas à coceira que podem evoluir com sequelas (cicatrizes), estão localizadas principalmente em áreas expostas como face, braços, pernas e tronco. O tratamento é evitar as picadas de insetos (uso de telas, cortinas, repelentes, hidratantes, animais de pêlos e dedetização), uso de medicamentos e imunoterapia específica (vacinas) quando necessário. Fonte Diagnóstico e tratamento das doenças imunológicas. Mario Geller. Ed. Elsevier. 2005

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Urticária

As urticárias são afecções frequentes e variam entre 15% e 25% na população geral. Cinquenta por cento das urticárias persistem por mais de um ano e 20% podem persistir além de 20 anos causando importante perda da qualidade de vida dos pacientes acometidos. Conforme o tempo de evolução é classificada como aguda (duração menor que 6 semanas) ou crônica (duração maior que 6 semanas). Pode ser causada por: alimentos, medicamentos, hemoderivados, radiocontrastes, infecções, picadas de insetos, estímulos físicos (calor, frio, pressão) e doenças (câncer). Seu diagnóstico é clínico. O tratamento visa identificar e tratar a causa.   Fonte Urticárias. Rev.

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Dermografismo

O dermografismo é o tipo mais frequente de urticária física e está presente em 2% a 5% da população geral. É caracterizado pela formação de pápula e de vermelhidão transitórios em resposta à aplicação de uma pressão na pele (atrito) exercida por um estímulo físico. As lesões ocorrem poucos minutos após o estímulo, são acompanhadas de coceira, são mais intensas à noite e costumam associar-se a estresse, atividade física, uso de drogas (penicilina, anti-inflamatórios, codeína), banhos quentes e escabiose. O curso da doença é imprevisível, podendo variar de cinco a sete anos. De causa desconhecida, o dermografismo tem na histamina

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